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Prestar contas
Prestar contas

Lance uma vez. Preste contas a todo mundo.

Fim de vigência, uma caixa de sapato cheia de nota e o relatório para montar no fim de semana. Aqui a despesa com a foto da nota já é o relatório do gestor, o livro do contador e a página pública do cidadão. É o mesmo registro, lido por três pessoas.

  1. Lançar

    A foto da nota, o valor e a meta. Do celular, na hora da compra.

  2. Relatório

    A prestação do termo pronta para imprimir, no formato que o gestor da parceria pede.

  3. Página pública

    O cidadão vê o que entrou e no que foi gasto, sem login, sem ninguém montar nada.

Dinheiro aberto, gente fechada.

CPF, endereço, conta do banco e a foto da nota não aparecem. Quem a entidade atende nunca é nomeado.

A nota

Foto da nota, valor, salvar.

A tesoureira fotografa a nota no celular. Tem QR code? O leitor já preenche o CNPJ do fornecedor e o número. Depois a máquina lê a foto e mostra o que viu ao lado do que foi digitado: o que não bate fica marcado.

  • A leitura sugere, nunca escreve: quem confirma é você
  • A foto é lida na nossa própria máquina, não vai para serviço de fora
  • JPEG, PNG, HEIC ou PDF, até 15 MB
O gestor

O gestor aceita ou glosa, ali mesmo.

A despesa vai com a meta e a nota. O gestor da prefeitura entra, lê e aceita, ou glosa dizendo o motivo. A glosa aparece em vermelho no painel da entidade, e a resposta sai do mesmo lugar.

  • Sem meta e sem nota, não entrega
  • Entregue, fica como o gestor viu: valor, data, fornecedor e nota não mudam
  • Recebido, aplicado, saldo e as metas contra o feito, pronto para imprimir
Caixa

O mês em três números.

Recebido, gasto e saldo. Doação, parcela do termo e despesa no mesmo livro, o mais novo primeiro. É o mês que a tesoureira fecha antes de abrir qualquer outra coisa.

  • Promessa e parcela que não caiu não entram: só dinheiro que mexeu
  • Volte e avance mês a mês
  • No celular, uma coluna só: o que saiu leva o sinal de menos, em vermelho
O contador

O contador recebe pronto.

O razão e os lançamentos saem em planilha, no jeito que o sistema dele importa. As cinco demonstrações saem das mesmas linhas, do mês ou do ano inteiro, e batem com o livro por construção.

  • CSV que o Excel abre direto, vírgula de real e tudo
  • DRP, BP, DFC, DMPL e notas explicativas
  • As notas dizem que é regime de caixa. Nada de fingir o que não é
Conciliar extrato

O extrato confere o livro.

Baixe o extrato do site do banco em OFX, que todo banco brasileiro exporta, e suba aqui. Cada crédito é casado com a doação ou a parcela do mesmo valor. O que sobra aparece, já com o botão para lançar.

  • Sem senha do banco: o arquivo é lido e descartado
  • O mesmo arquivo duas vezes dá o mesmo resultado, e nada é lançado em dobro
  • A parcela caiu? Registrar repasse já vem com o dia e o valor do banco
Aberto e fechado

Todo mundo vê os números.

A página pública tem três abas, cada uma com o próprio endereço para pôr no cartaz: Sobre, Atendidos e Finanças. Tudo que é dinheiro fica aberto. Tudo que é pessoa atendida ou contato fica fechado. O cidadão e a diretoria veem a mesma página.

  • Quem é pago com dinheiro público aparece, com o valor
  • Benefício pago a uma família vira uma linha somada no mês, sem nome nem data
  • Rascunho não aparece: só termo assinado

O que a página mostra sozinha.

Nada disso pede trabalho extra: sai do que já foi lançado.

Os selos

Contas em dia, 100% com nota fiscal, CEBAS em dia. Acesos quando é verdade, apagados quando não.

De onde veio

Governo e Comunidade, lado a lado, com o valor de cada um.

Para onde foi

O gasto por categoria, o maior primeiro.

Mês a mês

O que entrou e o que saiu nos doze meses, num gráfico que abre em qualquer celular.

Cada termo

Valor, recebido, aplicado, as metas e a prestação de contas, um toque.

Federação

Cada filiada com a sua página, e a soma na página da federação.

Contas abertas dão confiança.

Quem vê o caminho do dinheiro volta a doar.

UmCanto

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